Tudo o que precisas de saber sobre apoios ao Arrendamento (COVID-19)

Vivemos um período conturbado em que enquanto empresários quer enquanto cidadãos, acumulamos dúvidas.

A temática das rendas tem vindo a ser bastante debatida e, confesso, são várias as pessoas que me contactam neste sentido. Para esclarecer todas as questões, resolvi fazer este artigo para potenciais dúvidas que também tu possas ter. Espero que te ajude.

Lei n.º 4-C/2020

Regime excecional para as situações de mora no pagamento da renda devida nos termos de contratos de arrendamento urbano habitacional e não habitacional, no âmbito da pandemia COVID-19.

É nesta lei que se aborda o principal apoio no que diz respeito ao pagamento da renda quer seja habitacional, quer seja não habitacional. Por uma questão de objetivo deste blog, vou-me focar somente na renda não habitacional, i.e., direcionada para empresas. Ainda assim, qualquer dúvida que te surja faz-me chegar!

Renda não Habitacional

A quem se destina este apoio?

Este apoio destina-se:

a) Aos estabelecimentos abertos ao público destinados a atividades de comércio a retalho e de prestação de serviços encerrados ou que tenham as respetivas atividades suspensas ao abrigo do Decreto n.º 2-A/2020, de 20 de março, ou por determinação legislativa ou administrativa, nos termos previstos no Decreto-Lei n.º 10-A/2020, de 13 de março, na sua redação atual, ou ao abrigo da Lei de Bases da Proteção Civil, aprovada pela Lei n.º 27/2006, de 3 de julho, na sua redação atual, da Lei de Bases da Saúde, aprovada pela Lei n.º 95/2019, de 4 de setembro, ou de outras disposições destinadas à execução do estado de emergência, incluindo nos casos em que estes mantenham a prestação de atividades de comércio eletrónico, ou de prestação de serviços à distância ou através de plataforma eletrónica;

b) Aos estabelecimentos de restauração e similares, incluindo nos casos em que estes mantenham atividade para efeitos exclusivos de confeção destinada a consumo fora do estabelecimento ou entrega no domicílio, nos termos previstos no Decreto n.º 2-A/2020, de 20 de março, ou em qualquer outra disposição que o permita.

Em que consiste este apoio?

O arrendatário que preencha o disposto no ponto anterior pode diferir o pagamento das rendas vencidas nos meses em que vigore o estado de emergência e no primeiro mês subsequente, para os 12 meses posteriores ao término desse período, em prestações mensais não inferiores a um duodécimo do montante total, pagas juntamente com a renda do mês em causa.

Acedendo a este apoio, corro o risco de ver o meu contrato de arrendamento cessado? Serei penalizado/a?

Não. A falta de pagamento das rendas que se vençam nos meses em que vigore o estado de emergência e no primeiro mês subsequente não pode ser invocada como fundamento de resolução, denúncia ou outra forma de extinção de contratos, nem como fundamento de obrigação de desocupação de imóveis.

Aos arrendatários que comprovem estar abrangidos pela alínea a) e b) do ponto anterior (artigo 7º da Lei) não é exigível o pagamento de quaisquer outras penalidades que tenham por base a mora no pagamento de rendas que se vençam nos termos do número anterior.

Como posso pedir este apoio? Existe algum formulário?

De facto não existe nenhum formulário disponível. Esta informação deveria ser automaticamente aplicada até porque na legislação refere especificamente que o “arrendatário pode diferir o pagamento”. Mas, o meu conselho primeiramente por consultarem sempre o vosso contabilista e advogado para esclarecer esta temática sendo que, aos nossos clientes, estamos a sugerir que cada um dos arrendatários aborde diretamente o seu senhorio fazendo chegar um email com esta informação e informando do adiamento do prazo da renda, ao abrigo da Lei n.º 4-C/2020.

Ao contrário do arrendamento habitacional, que diz especificamente que este aviso deve ser feito com um prazo mínimo de 5 dias, o arrendamento não habitacional nada refere em relação a esse tema.

Resumo

Resumindo, todas as empresas que comprovem estar abrangidas pelos critérios acima mencionados, poderão aceder a este apoio.

O apoio irá consistir num prolongamento do prazo de pagamento das rendas correspondentes aos meses em que vigore o estado de emergência e o respetivo mês seguinte. Essas mensalidades que seriam devidas, serão amortizadas ao longo dos 12 meses seguintes, acrescidas à mensalidade.

Exemplo:

  • Mensalidade Normal = 3.000 euros
  • Duração Estado de Emergência = 2 meses + 1 mês (subsequente)
  • Dívida de mensalidades durante este período = 3 x 3.000 euros = 9.000 euros
  • Nova mensalidade durante os 12 meses subsequentes = 3.000 + 9.000 / 12 = 3.750 euros

Espero ter ajudado e se tiveres alguma dúvida, faz-me chegar.

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Como será o Futuro do Turismo em Portugal e no Mundo?

Nos últimos dias muito se tem falado sobre o impacto do COVID-19 no mundo e na economia em particular.

Várias empresas estão neste momento forçadas a passar por dificuldade, não apenas pela imposição do Estado mas, sobretudo, pela imposição do vírus que fez parar o país e o mundo. E, em contexto económico e empresarial, acredito que o setor mais fustigado com este impacto será, de facto, o Turismo.

Turismo em Portugal

Nos últimos anos, Portugal vinha somando recordes atrás de recordes no Turismo.

Portugal bate recorde com 12,78 milhões de turistas em 2018.

Jornal de Negócios (2018)
Fonte: Instituto Nacional de Estatística (INE)

Como podemos ver no gráfico acima, anualmente o crescimento global do turismo vinha sendo notório e significativo, em particular a partir de 2013.

Porto e Lisboa conquistaram vários prémios como destinos turísticos de eleição, várias cidades nacionais aumentaram em mais de 100% a sua procura e, consequentemente, as empresas deste setor aproveitavam esta maré para para manter um crescimento sustentado.

A questão que se coloca neste momento é:

E agora? O que vai ser do Turismo?

Tal como disse num dos artigos anteriores:

A pandemia do Coronavírus está a tomar grandes proporções e a tornar-se numa crise económica internacional com impacto em todos os setores. Esta crise, tem tudo para ser tão negativa (ou ainda mais) do que a crise do subprime de 2008, afetando PME e Grandes empresas, lançando enormes desafios aos gestores e empreendedores. No entanto, há boas coisas a acontecer. Principalmente os empreendedores de startups, normalmente mais flexíveis e criativos, estão rapidamente a enfrentar a crise e encontrar novas formas de a combater e ganhar vantagem competitiva. É bom lembrar que isto não é uma novidade. 2008 foi o ano de criação de startups como Airbnb ou Uber… Há um mundo de oportunidades lá fora.

Talvez ainda seja cedo para afirmar tal coisa mas, acredito, que o impacto desta crise vai ser (infelizmente) maior do que a crise de 2008 nos Estados Unidos da América ou a crise das dívidas soberanas na Europa (em 2010/2011).

O Turismo, pelas características que apresenta e pela “dependência” do estrangeiro com a livre circulação de pessoas, vai ser drasticamente afectado.

Turismo Internacional

Na generalidade dos países, irá existir um quebra significativa no Turismo externo fruto do fecho de fronteiras e isolamento social. Apesar de tais medidas serem temporárias, vão fazer com que a receita quebre drasticamente e, consequentemente, afete o Turismo.

Ainda assim, alguns países serão mais fustigados com a pandemia e, logicamente, os mesmos partilham de 2 principais factores que serão 1) grau de dependência do turismo para o PIB e 2) impacto do COVID-19 na população.

Na prática, países de Sul como é exemplo de Portugal, Espanha ou Itália, são países onde o Turismo é o principal (ou um dos principais) motores da economia. Nesse sentido, com a queda de curto prazo do mesmo, há um impacto ainda maior para a economia e população.

A acrescer a este facto, Espanha e Itália especificamente apresentam infelizmente elevados números de infectados. Para além de ser devastador para a economia e, sobretudo, para a sociedade, do ponto de vista do Turismo poderá gerar medo e receio o que, por si só, afectará o turismo internacional e, diria mesmo, nacional, salvando-se somente o Turismo Regional ou Local numa ótica de apoio ao consumo interno para apoiar as micro e pequenas empresas.

Com o crescendo dos números de infectados, os países mais fustigados pela pandemia irão sofrer uma dupla penalização. A este nível destaque para os Estados Unidos da América que irá muito provavelmente ficar “apenas” no 3º lugar do pódio das maiores economias mundiais, atrás da Índia e China com este vírus.

Turismo em Portugal

Infelizmente, não me parece que Portugal possa ser uma exceção, apesar de os números serem cada vez menos negativos segundo a DGS (longo debate sobre o verdadeiro significado dos relatórios que deixarei para outro artigo!).

Existem previsões que apontam para uma quebra do PIB nacional entre os 3,7% a 5,7% mas há quem fale em quebras significativamente maiores a rondar os 8,5%. Não sou economista nem tão pouco sei qual vai ser a quebra do PIB. O que acredito, infelizmente, é que muitas empresas, seja qual for o setor de atividade onde estiverem inseridas, vão fechar. E o turismo não será exceção… É, por isso, peremptório agir…

Como minimizar os estragos?

Neste momento vários empresários da restauração e hotelaria têm vindo a procurar soluções para combater a crise. No curto prazo, a solução de muitos passou pela entrega de comida ao domicílio, quer utilizando plataformas de entrega já conhecidas como Uber Eats e Glovo ou, de forma autónoma, dinamizando as entregas diretamente.

No entanto, o impacto positivo dessas medidas para micro e pequenas empresas é pouco significativo face ao que seria a faturação normal do decorrer da atividade.

Por isso, de forma assertiva, creio que neste momento existem “apenas” 2 soluções na cabeça de todos os empresários do setor:

  1. Medidas de proteção e apoio tal como Layoff simplificado e/ou apoios à tesouraria e financiamento de empresas;
  2. Venda/Encerramento da atividade.

Qualquer uma destas decisões tem implicações de curto, médio e longo prazo e nenhuma delas é fácil de tomar…

Estou certo que algumas das empresas deste setor vão sobreviver. Mas, também, acredito que muitas irão morrer. Para sobreviver nesta altura vai ser fundamental inovar, ler o mercado e adaptar-se à realidade ou mesmo reinventar a realidade.

“Revenge Spending” no Turismo?

O pós Covid-19 teve um efeito de consumo desenfreado na China mas, no longo prazo, a economia também irá previsionalmente entrar em recessão grave.

Este conceito, que remonta aos anos 80 na China, foi apelidado de “Revenge Spending”, em português “Consumo por Vingança”. Na prática, a teoria passa por um aumento do consumo significativo no pós-surto com as pessoas a voltarem a consumir.

Esse consumo não compensa as quebras do COVID-19 mas, no curto prazo, permite algumar recuperação. No entanto, não sabemos se vamos ter este efeito em Portugal apesar de tudo o que tenho lido parecer indicar isso mesmo.

Ainda assim, e pensando no Turismo em particular, o caminho da recuperação parece ser sobretudo o mercado interno.

Após o surto passar, vai haver algum crescimento da restauração no curto prazo, sendo que o crescimento no médio e longo prazo irá depender do desemprego e poder de compra das famílias. Creio que terá de ser tido em consideração que muitas pessoas irão perder económico e, por isso, vão canalizar a sua liquidez para aquilo que é comummente designado como essencial, abdicando de alguns “luxos”.

Porém, o Turismo Interno parece ser a solução da recuperação de curto prazo de Portugal já que, externamente, apontar para uma forte queda de turismo não apenas durante o período de contingência mas igualmente após esse período (face ao receio inerente à pandemia).

Então, o que fazer…?

Como disse acima, acredito que este setor vai sofrer bastante com este surto. Acredito que os principais players no mercado irão sobreviver e, quem tiver a capacidade de inovar e criar novas experiências irá prosperar.

Percebo que nesta hora seja tudo menos simples pensar em soluções. O desânimo e as más notícias afetam-nos a todos.

É porém importante não parar nem baixar os braços… Esta é a altura para construir, melhorar, fazer.

Se puder ser teu mentor neste processo e tentar, de alguma forma, poder contribuir, sabes onde-me contactar.

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Linhas de Turismo – COVID-19

Ontem foi anunciado pelo governo a injeção de mais incentivos e apoios a empresas, num total de 3 mil milhões de euros à economia.

Grande parte destes incentivos, tivemos oportunidade de anunciar no artigo abaixo:

APOIOS COVID-19

Partilharemos de seguida as novas linhas disponíveis para Turismo.

Atualizado a 31/03/2020


Linhas de Turismo

Linha de apoio à Tesouraria para Microempresas do Turismo – COVID-19

O Turismo de Portugal disponibiliza uma linha de apoio financeiro destinada a assegurar as necessidades acrescidas de fundo de maneio das microempresas do turismo com atividade em território nacional, de modo a minimizar o impacto da redução temporária dos níveis de procura na sua atividade.

Para quem se dirige?

Microempresas com certificação eletrónica no portal do IAPMEI, I.P. nos termos do Decreto-Lei n.º 372/2007, de 6 de novembro, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 81/2017, de 30 de junho, conforme Recomendação n.º 2003/361/CE, da Comissão Europeia, de 6 de maio, que exerçam, em território nacional, as atividades turísticas incluídas nos códigos CAE-Ver.3 em anexo.

Ou seja, Microempresas com Certificação PME.

Como funciona?

Estamos perante uma linha de financiamento sem juros com as seguintes características e condições:

Condições do financiamento:

Natureza: Incentivo reembolsável sem juros remuneratórios associados (Financiamento sem juros)

Prazo máximo da operação: 3 anos a contar da data de celebração do contrato, incluindo um período de carência de capital de 12 meses

Reembolso: Prestações de igual montante com uma periodicidade trimestral

Limites máximo por empresa (*): O apoio financeiro corresponde ao valor de €750 mensais por cada posto de trabalho existente na empresa a 29 de fevereiro de 2020, multiplicado pelo período de três meses, até ao montante máximo de €20.000.

(*) Apoio financeiro é concedido ao abrigo do regime de auxílios de minimis

A título de exemplo:
  • Colaboradores = 5 colaborares (a 29 de fevereiro de 2020)
  • Apoio = 5 (colaboradores) x 3 (meses) x €750 = €11.250
  • Assinatura do contrato = 1 de abril de 2020
  • Carência até 1 de abril de 2021
  • Valor trimestral a pagar = €11.250 : (4 trimestres x 3 anos) = €937,50
Quais são as principais condições de acesso das empresas?
  1. Demonstrarem uma situação regularizada perante a administração fiscal, a segurança social e o Turismo de Portugal, I.P. (ou seja não existência de dívidas);
  2. Encontrarem-se devidamente licenciadas para o exercício da respetiva atividade e devidamente registadas no Registo Nacional de Turismo, quando legalmente exigível;
  3. Demonstrarem que a atividade desenvolvida foi afetada negativamente pelo surto da doença COVID-19.
Como me posso candidatar?

As candidaturas são apresentadas em contínuo, através de formulário disponível no portal do Turismo de Portugal, I. P., acompanhado dos seguintes documentos:

  1. Declaração de remunerações entregue na Segurança Social relativa aos trabalhadores existentes na empresa em 29 de fevereiro de 2020;
  2. Autorização de consulta eletrónica da situação tributária e contributiva tendo em conta os seguintes dados do Turismo de Portugal, I.P., necessários para a autorização: (Número de Identificação Fiscal: 508666236 | Número de Identificação da Segurança Social: 20003562314);
  3. Código de acesso à certidão permanente de registo comercial.

Podem consultar o documento e outros documentos nos seguintes links:


COVID-19: Apoio Empresas da Restauração e similares

​​A Linha de Apoio à Economia COVID-19 permite às empresas portuguesas dos setores mais afetados pela pandemia do novo coronavírus, financiarem em melhores condições de preço e de prazo, as suas necessidades de tesouraria.
Esta Linha destina-se a Micro, Pequenas e Médias Empresas, certificadas pela Declaração Eletrónica do IAPMEI, bem como Small Mid Cap e Mid Cap, localizadas em território nacional, e inclui a Linha específica COVID-19: Apoio E​mpresas da Restauração e similares, dirigida a empresas que desenvolvam atividade enquadrada nas seguintes CAE: 
Secção I – Alojamento, restauração e similares – ​56101; 56102; 56103; 56104; 56105; 56106; 56107; 56210; 56290; 56301; 56302; 56303; 56304; 56305.

Condições do financiamento:

Dotação Total: 600 milhões de euros

Máximo por empresa:

  • 50.000 euros (Micro Empresas)
  • 150.000 euros (Pequenas Empresas)
  • 1.500.000 euros (Médias Empresas, Small Mid Cap e Mid Cap)

Garantia:

  • até 90% (Microempresas e Pequenas Empresas) do capital em dívida
  • até 80% (Médias Empresas, Small Mid Cap e Mid Cap) do capital em dívida

Contra-garantia: 100%

Prazo da operação: Até 6 anos com carência de capital até 18 meses (atualizado)

Juros: Euribor + Spread:

Spread máximo:

  • Empréstimos até 1 ano de maturidade: 1,00%
  • Empréstimos de 1 a 3 anos de maturidade: 1,25%
  • Empréstimos de 3 a 6 anos de maturidade: 1,50% (atualizado)
Até quando me posso candidatar?

As candidaturas podem ser submetidas até ao dia 31 de dezembro de 2020.

Ver documento de divulgação da Linha


COVID-19: Apoio a Agências de Viagens, Animação Turística, Organizadores de Eventos e similares

​​

​​​​​A Linha de Apoio à Economia COVID-19 permite às empresas portuguesas dos setores mais afetados pela pandemia do novo coronavírus, financiarem em melhores condições de preço e de prazo, as suas necessidades de tesouraria.
Esta Linha destina-se a Micro, Pequenas e Médias Empresas, certificadas pela Declaração Eletrónica do IAPMEI, bem como Small Mid Cap e Mid Cap, localizadas em território nacional, e inclui a Linha específica COVID-19: Apoio a Agências de Viagens, Animação Turística, Organizadores de eventos e similares, dirigida a empresas que desenvolvam atividade enquadrada nas seguintes CAE: 
Secção N – Atividades administrativas e dos serviços de apoio: 79110; 79120; 79900; 82300. ​

Secção R – Atividades artísticas, de espectacúlos, desportivas e recreativas 90010; 90020; 90030; 90040; 91011; 91012; 91020; 91030; 91041; 91042; 93110; 93120; 93130; 93191; 93192; 93210; 93291; 93292; 93293; 93294.

Condições do financiamento:

Dotação Total: 200 milhões de euros

Máximo por empresa:

  • 50.000 euros (Micro Empresas)
  • 150.000 euros (Pequenas Empresas)
  • 1.500.000 euros (Médias Empresas, Small Mid Cap e Mid Cap)

Garantia:

  • até 90% (Microempresas e Pequenas Empresas) do capital em dívida
  • até 80% (Médias Empresas, Small Mid Cap e Mid Cap) do capital em dívida

Contra-garantia: 100%

Prazo da operação: Até 6 anos com carência de capital até 18 meses (atualizado)

Juros: Euribor + Spread:

Spread máximo:

  • Empréstimos até 1 ano de maturidade: 1,00%
  • Empréstimos de 1 a 3 anos de maturidade: 1,25%
  • Empréstimos de 3 a 6 anos de maturidade: 1,50% (atualizado)
Até quando me posso candidatar?

As candidaturas podem ser submetidas até ao dia 31 de dezembro de 2020.

Ver documento de divulgação da Linha


COVID-19: Apoio Empresas do Turismo (incluindo empreendimentos turísticos e alojamento para turistas)

​​

​​​​

A Linha de Apoio à Economia COVID-19 permite às empresas portuguesas dos setores mais afetados pela pandemia do novo coronavírus, financiarem em melhores condições de preço e de prazo, as suas necessidades de tesouraria.
Esta Linha destina-se a Micro, Pequenas e Médias Empresas, certificadas pela Declaração Eletrónica do IAPMEI, bem como Small Mid Cap e Mid Cap, localizadas em território nacional, e inclui a Linha específica COVID-19: Apoio E​mpresas do Turismo (incluindo empreendimentos turísticos e alojamento para turistas)​dirigida a empresas que desenvolvam atividade enquadrada nas seguintes CAE: 

Secção I – Alojamento, restauração e similares: 55111; 55112; 55113; 55114; 55115; 55116; 55117; 55118; 55119; 55121; 55122; 55123; 55124; 55201; 55202; 55203; 55204; 55300; 55900.

Secção N – Atividades administrativas e dos serviços de apoio: 77110 e 77120.

Condições do financiamento:

Dotação Total: 900 milhões de euros

Máximo por empresa:

  • 50.000 euros (Micro Empresas)
  • 150.000 euros (Pequenas Empresas)
  • 1.500.000 euros (Médias Empresas, Small Mid Cap e Mid Cap)

Garantia:

  • até 90% (Microempresas e Pequenas Empresas) do capital em dívida
  • até 80% (Médias Empresas, Small Mid Cap e Mid Cap) do capital em dívida

Contra-garantia: 100%

Prazo da operação: Até 6 anos com carência de capital até 18 meses (atualizado)

Juros: Euribor + Spread:

Spread máximo:

  • Empréstimos até 1 ano de maturidade: 1,00%
  • Empréstimos de 1 a 3 anos de maturidade: 1,25%
  • Empréstimos de 3 a 6 anos de maturidade: 1,50% (atualizado)
Até quando me posso candidatar?

As candidaturas podem ser submetidas até ao dia 31 de dezembro de 2020.

Ver documento de divulgação da Linha


Outras medidas e apoios ao Turismo

Em todos os regimes de apoio financiados por receitas próprias deste Instituto (vg., RegFin, Linha da Qualificação da Oferta e Programa Valorizar:
  • Suspensão imediata da cobrança dos reembolsos vencidos no corrente ano e a vencer até 30 de setembro de 2020;
  • Nos casos em que os reembolsos integrem o pagamento de juros de capital, estes ficam abrangidos pela suspensão da cobrança;
  • As prestações a que se refere o ponto anterior passam a vencer no dia correspondente do ano de 2021, com o consequente diferimento sequencial das datas de vencimento das prestações de reembolso previstas nos planos de pagamento, cujo termo final é prorrogado por um ano.
Quanto ao programa JESSICA:
  • Suspensão imediata da cobrança dos reembolsos vencidos no corrente ano e a vencer até 30 de setembro de 2020;
  • Nos casos em que os reembolsos integrem o pagamento de juros de capital, estes ficam abrangidos pela suspensão da cobrança;
  • As prestações a que se refere a alínea anterior passam a vencer no dia correspondente do ano de 2021, com o consequente diferimento sequencial das datas de vencimento das prestações de reembolso previstas nos planos de pagamento, cujo termo final é prorrogado por um ano, mas com o limite máximo de 31.10.2031.
Apoio à realização de eventos em 2020 que sejam adiados ou cancelados:
  • Os custos em que, na realização dos investimentos, as entidades promotoras já tenham incorrido são elegíveis para efeitos do apoio e são financiadas, não obstante o adiamento ou cancelamento;
  • Pode ser antecipado o pagamento de tranches dos apoios previstos que se revelem necessárias para a cobertura dos custos a que se refere ao ponto anterior.

Quero ajudar, de forma GRATUITA.

Mais do que nunca, temos de estar unidos.

Envia email para geral@macroconsulting.pt para a minha empresa ajudar sem qualquer custo.

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