Candidaturas Abertas ao Programa de Apoio à Produção Nacional

O Programa de Apoio à Produção Nacional conta já com candidaturas abertas para várias zonas do país.

Este incentivo tem aplicação em todo o território nacional continental, sendo as candidaturas geridas pelas Comunidades Intermunicipais (CIM) ou áreas metropolitanas no caso de Lisboa e Porto. Ao Programa de Apoio à Produção Nacional, podem candidatar-se Micro e Pequenas Empresas, ligadas a diversos setores de atividade desde a indústria ao turismo.

Todo o detalhe do programa pode ser consultado neste link: PME INCENTIVOS

Candidaturas ao Apoiar.pt disponíveis a partir de amanhã

O Apoiar.pt é um dos mais recentes apoios para micro e pequenas empresas. Esta medida de apoio surge num momento delicado para a grande maioria das empresas que, pela realidade dos últimos 5 meses, têm vindo a sofrer dificuldades acrescidas. Este incentivo está direcionado para Micro e Pequenas Empresas do Comércio e Serviços e tem uma dotação de 750 milhões de euros a fundo perdido para ajudar as empresas a ultrapassar esta crise.

As candidaturas ficarão disponíveis já amanhã e, por isso, hoje fiz um direto no Facebook para falar um pouco melhor sobre este apoio e, também, sobre o Programa de Apoio à Produção Nacional.

Partilho abaixo o vídeo para veres e qualquer dúvida que surja, sabes onde me encontrar.

➡️ O Apoiar.pt é um dos mais recentes apoios para micro e pequenas empresas. Esta medida de apoio surge num momento delicado para a grande maioria das empresas que, pela realidade dos últimos 5 meses, têm vindo a sofrer dificuldades acrescidas. Este incentivo está direcionado para Micro e Pequenas Empresas do Comércio e Serviços e tem uma dotação de 750 milhões de euros a fundo perdido para ajudar as empresas a ultrapassar esta crise.

➡️ O Programa de Apoio à Produção Nacional vai apoiar pequenos projetos de investimento de micro e pequenas empresas “na área do turismo e da indústria”, com uma taxa média de cofinanciamento de 50% a fundo perdido e com uma majoração para o interior do país (apoio de 60% a fundo perdido).

Programa de Apoio à Produção Nacional

Apoio a fundo perdido para estimular a produção nacional de Micro e Pequenas empresas portuguesas.

No início do mês de novembro, foi anunciado pelo governo, através da Ministra Ana Abrunhosa, o lançamento do Programa de Apoio à Produção Nacional, com uma dotação de 100 milhões de euros, para cofinanciar projetos de micro e pequenas empresas.

Resultado da reprogramação dos fundos da União Europeia, o Programa de Apoio à Produção Nacional vai apoiar pequenos projetos de investimento de micro e pequenas empresas “na área do turismo e da indústria”, com uma taxa média de cofinanciamento de 50% a fundo perdido e com uma majoração para o interior do país (apoio de 60% a fundo perdido).

O investimento global alavancado pelo programa pode ir “até 200 milhões de euros”, perspetivou Ana Abrunhosa, considerando que os fundos geram sempre investimento adicional, inclusive pela contrapartida que implicam. Sobre o tipo de projetos que podem ser cofinanciados pelo programa, a ministra explicou que a ideia é “apoiar a digitalização das empresas, apoiar a pequena compra daquela máquina que já está envelhecida, são pequenos projetos de investimento“. Ao contrário do que acontecia no passado, o cofinanciamento dos projetos pode ser atribuído sem que as empresas tenham a obrigação de contratar trabalhadores.

A previsão de abertura é no mês de novembro.

Se quiser saber mais informações, faça download de um EBOOK gratuito no link abaixo:

Vamos todos ajudar a Restauração, o Turismo e demais setores em dificuldades

Os últimos meses têm sido desafiantes para todos, tanto a nível pessoal como a nível empresarial. Deparamo-nos com uma nova realidade nas nossas vidas de um momento para o outro que obrigou a à reinvenção de todos para conseguirmos, em conjunto, superar estes obstáculos.

Desta nova realidade, surgiram novas ideias e novos negócios de oportunidade, alicerçados em inovação que o mercado e a nova realidade exigiam (e exigem). Excelentes oportunidades surgiram, surgem e continuarão a surgir nos próximos tempos, fruto desta nova realidade. Cabe-nos a nós procurarmos essas oportunidades para podermos criar valor e fazer a diferença.

No entanto, a norma nas micro e pequenas empresas não é, infelizmente, inovação e reinvenção.

Com base na experiência que tenho tido junto de empresários e empreendedores, a maior parte das micro e pequenas empresas ainda não se conseguiu adaptar completamente a esta nova fase. E, na verdade, essa “não adaptação” é normal numa grande parte dos casos.

Na realidade, a reinvenção e adaptação depende de variáveis internas (Ex: know-how do empreendedor e capacidade de visão e mudança) e externas (Ex: imposições do mercado e do governo) e, no caso do Turismo e Restauração, a mudança é complexa e difícil.

Com base na experiência com empreendedores destes setores de atividade, tenho visto um desânimo geral. Um sentimento natural face ao que representa para estes empresários a realidade atual… Uma perda drástica de faturação e sustento para si, para os seus colaboradores e, consequentemente, para inúmeras famílias.

Por tudo isto, queremos contribuir para, de alguma forma, mitigar este efeito em todas as empresas que estejam em dificuldade.

Por tudo isto, a Macro Consulting dispõe-se a ajudar, sem custos, a restauração, o turismo e todos os setores com empresas em dificuldades através da elaboração de candidaturas a programas de apoio relacionados com os apoios para combater a realidade do COVID-19.

Toda a informação pode ser consultada no link abaixo.

Apoiar.pt | 1.500 milhões de euros na economia

Foi divulgado, na passada 5ª feira (05/11/2020) novos apoios para as empresas. Os novos apoios às empresas implicarão um financiamento global de 1.550 milhões de euros, dos quais 750 milhões em subsídios às pequenas e médias empresas mais afetadas pela crise.

No âmbito do programa Apoiar.pt está previsto um montante global de 750 milhões de euros em subsídios a fundo perdido destinado a micro e pequenas empresas dos setores mais afetados pela crise. Alguns dos setores visados parecem ser o comércio, cultura, alojamento e atividades turísticas e restauração, explicou o ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, em conferência de imprensa.

Estão abrangidas pela medida as empresas com quebras de faturação superiores a 25% registadas nos primeiros nove meses de 2020 e que tenham a situação fiscal e contributiva regularizada.

Segundo o ministro, será ainda disponibilizada uma linha de crédito de 750 milhões de euros para a indústria exportadora em que haverá possibilidade de conversão de 20% do crédito concedido a fundo perdido, em caso de manutenção dos postos de trabalho. Haverá ainda uma linha de crédito de 50 milhões de euros para empresas de apoio a eventos, acrescentou Siza Vieira.

O ministro explicou que os encargos com as medidas são suportados por fundos europeus, sendo o crédito bancário atribuído pelo sistema financeiro com garantia do Estado e que uma parte deste crédito pode também ser convertido a fundo perdido.

Siza Vieira diz ainda que o Governo estima que cerca de 100 mil empresas “possam ser elegíveis” para os apoios do Apoiar.pt, empresas organizadas quer como sociedades comerciais quer como empresários em nome individual com contabilidade organizada.

As medidas serão lançadas “tão rápido quanto possível”, sendo o programa Apoiar.pt alvo de notificação à Comissão Europeia, mas a expectativa é de que “no início de dezembro” sejam abertos avisos e que o pagamento da primeira tranche seja possível “ainda este ano”, disse o ministro.

Tendo em conta as medidas de combate à Covid-19 tomadas no país (nomeadamente o dever cívico de recolhimento e o teletrabalho), o Governo prevê um “impacto muito significativo” nos setores que já na primavera foram afetados, o que justifica estes novos apoios. 

O ministro anunciou na conferência que foi aprovado em Conselho de Ministros um decreto-lei que permite que as empresas que tenham beneficiado dos incentivos extraordinários à retoma possam transitar para o regime do apoio à retoma progressiva sem ter que devolver o inventivo que já tenham recebido. 

“Entendemos que é necessário dar um sinal às empresas que podem contar sempre com esta possibilidade de apoio à manutenção do emprego sempre que perdurar a pandemia”, disse, referindo que vai ser discutido com os partidos qual vai ser a configuração “exacta” do apoio. 

“Achamos que devíamos apoiar a liquidez, num primeiro momento, continuar a apoiar a todo o custo a manutenção do emprego – que é um factor crítico para que as empresas possam no momento da retoma responder às solicitações dos clientes -, e entendemos que o este novo apoio a fundo perdido, nesta altura, antes do final do Natal, é muito importante para as empresas fazerem face a outras despesas que não os salários, num contexto em que eventualmente vão ter uma redução ou não vão ter o último trimestre que esperavam”, afirmou o ministro, lembrando que o último trimestre do ano é, em anos ditos normais, um trimestre “bom” para as empresas de restauração e comércio. Todavia, notou, “temos receio que, com estas medidas restritivas [de combate à pandemia], a procura se retraia ainda mais”.

“É um choque económico importante”, mas “não vai resolver tudo”

Resumindo, na sua globalidade, este apoio às empresas é uma “medida para dar um choque económico importante”. “Vamos introduzir nos próximos dois meses cerca de 1.500 milhões de euros na economia, adicionalmente”. No entanto, reconheceu Siza Vieira, “não vai resolver todos os problemas, infelizmente”. “E é isso que temos também que encarar com sinceridade”.

Fonte: Notícias ao Minuto

Até 5.000 euros (80% a fundo perdido) para PME

Neste sábado, o Governo anunciou um pacote de medidas de apoio (80% a fundo perdido) para ajudar as micro e pequenas empresas a fazer os investimentos necessários para ajudar ao regresso à atividade em segurança.

De acordo com o ministro do Planeamento, Nelson Souza, o Governo vai lançar “um sistema para as micro e pequenas empresas dos vários setores, mas particularmente vocacionado para o comércio tradicional, da restauração, e dos serviços pessoais”. Em concreto, este “sistema” terá “apoios com 80% em subsídio não reembolsável – ou seja, a fundo perdido –, com despesas elegíveis que podem retroagir até à data da declaração do primeiro estado de emergência (18 de março) e tem um mínimo de 500 euros e um máximo de 5.000 euros por empresa.

As despesas elegíveis cobrem uma diversidade muito grande de despesas de investimento”, diz o ministro, notando que existe “disponibilidade, ainda durante a semana que vem, de ouvir quem nos queira ajudar a especificar melhor estas despesas elegíveis, de forma a melhor ajustar às necessidades das empresas, mas fala-se de equipamentos de proteção individual, equipamentos de higienização, contratos de desinfestação mas, também, atividades de natureza positiva como a criação de serviços de entregas ao domicílio ou de facilitação de teletrabalho”.

Nelson Souza

Os apoios, agora anunciados, são para microempresas e abrangem despesas tão distintas como a compra de equipamentos de proteção, a higienização dos locais ou até os gastos com a criação de serviços de entregas ao domicílio ou a facilitação do teletrabalho.

Na prática, segundo pudemos apurar, as candidaturas abrirão a 11 de maio de 2020.

Se quiseres receber informação mal abra, envia-me um email para te fazer chegar essa informação.

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Como abrir um negócio próprio sem dinheiro ou com pouco dinheiro?

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Incentivo Extraordinário COVID-19 (IEFP)

IEFP dá 635€ por cada trabalhador para apoiar a normalização da atividade das empresas

No âmbito das medidas de apoio de caráter excecional e temporário destinadas aos trabalhadores e empregadores afetados pela pandemia do COVID-19, previstas no Decreto-Lei n.º 10-G/2020, de 26 de março, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) pode conceder um incentivo financeiro extraordinário para apoio à normalização da atividade da empresa.

Para poder obter este incentivo, a entidade empregadora deve ter a situação contributiva e tributária regularizadas perante a Segurança Social e a Autoridade Tributária e Aduaneira, salvo o previsto no artigo 17.º do Decreto-Lei 10-G/2020, de 26 de março.

Quais as entidades que podem obter este incentivo do IEFP?

Podem beneficiar do Incentivo os empregadores de natureza privada, incluindo as entidades empregadoras do setor social, que beneficiem de uma das seguintes medidas:

  • Apoio extraordinário à manutenção de contrato de trabalho em situação de crise empresarial, com ou sem formação, em caso de redução do trabalho temporária do período normal de trabalho ou da suspensão do contrato de trabalho
  • Plano extraordinário de formação

O valor do incentivo financeiro, a receber pela empresa, corresponde à retribuição mínima mensal garantida (635 euros) multiplicada pelo número de trabalhadores ao serviço do empregador abrangido(s) por aqueles apoios, pago de uma só vez.

A medida é cumulável com outros apoios.

Para fazer a candidatura deverá aceder ao portal iefponline. De momento o período de candidaturas ainda está encerrado.

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Tudo o que precisas de saber sobre apoios ao Arrendamento (COVID-19)

Vivemos um período conturbado em que enquanto empresários quer enquanto cidadãos, acumulamos dúvidas.

A temática das rendas tem vindo a ser bastante debatida e, confesso, são várias as pessoas que me contactam neste sentido. Para esclarecer todas as questões, resolvi fazer este artigo para potenciais dúvidas que também tu possas ter. Espero que te ajude.

Lei n.º 4-C/2020

Regime excecional para as situações de mora no pagamento da renda devida nos termos de contratos de arrendamento urbano habitacional e não habitacional, no âmbito da pandemia COVID-19.

É nesta lei que se aborda o principal apoio no que diz respeito ao pagamento da renda quer seja habitacional, quer seja não habitacional. Por uma questão de objetivo deste blog, vou-me focar somente na renda não habitacional, i.e., direcionada para empresas. Ainda assim, qualquer dúvida que te surja faz-me chegar!

Renda não Habitacional

A quem se destina este apoio?

Este apoio destina-se:

a) Aos estabelecimentos abertos ao público destinados a atividades de comércio a retalho e de prestação de serviços encerrados ou que tenham as respetivas atividades suspensas ao abrigo do Decreto n.º 2-A/2020, de 20 de março, ou por determinação legislativa ou administrativa, nos termos previstos no Decreto-Lei n.º 10-A/2020, de 13 de março, na sua redação atual, ou ao abrigo da Lei de Bases da Proteção Civil, aprovada pela Lei n.º 27/2006, de 3 de julho, na sua redação atual, da Lei de Bases da Saúde, aprovada pela Lei n.º 95/2019, de 4 de setembro, ou de outras disposições destinadas à execução do estado de emergência, incluindo nos casos em que estes mantenham a prestação de atividades de comércio eletrónico, ou de prestação de serviços à distância ou através de plataforma eletrónica;

b) Aos estabelecimentos de restauração e similares, incluindo nos casos em que estes mantenham atividade para efeitos exclusivos de confeção destinada a consumo fora do estabelecimento ou entrega no domicílio, nos termos previstos no Decreto n.º 2-A/2020, de 20 de março, ou em qualquer outra disposição que o permita.

Em que consiste este apoio?

O arrendatário que preencha o disposto no ponto anterior pode diferir o pagamento das rendas vencidas nos meses em que vigore o estado de emergência e no primeiro mês subsequente, para os 12 meses posteriores ao término desse período, em prestações mensais não inferiores a um duodécimo do montante total, pagas juntamente com a renda do mês em causa.

Acedendo a este apoio, corro o risco de ver o meu contrato de arrendamento cessado? Serei penalizado/a?

Não. A falta de pagamento das rendas que se vençam nos meses em que vigore o estado de emergência e no primeiro mês subsequente não pode ser invocada como fundamento de resolução, denúncia ou outra forma de extinção de contratos, nem como fundamento de obrigação de desocupação de imóveis.

Aos arrendatários que comprovem estar abrangidos pela alínea a) e b) do ponto anterior (artigo 7º da Lei) não é exigível o pagamento de quaisquer outras penalidades que tenham por base a mora no pagamento de rendas que se vençam nos termos do número anterior.

Como posso pedir este apoio? Existe algum formulário?

De facto não existe nenhum formulário disponível. Esta informação deveria ser automaticamente aplicada até porque na legislação refere especificamente que o “arrendatário pode diferir o pagamento”. Mas, o meu conselho primeiramente por consultarem sempre o vosso contabilista e advogado para esclarecer esta temática sendo que, aos nossos clientes, estamos a sugerir que cada um dos arrendatários aborde diretamente o seu senhorio fazendo chegar um email com esta informação e informando do adiamento do prazo da renda, ao abrigo da Lei n.º 4-C/2020.

Ao contrário do arrendamento habitacional, que diz especificamente que este aviso deve ser feito com um prazo mínimo de 5 dias, o arrendamento não habitacional nada refere em relação a esse tema.

Resumo

Resumindo, todas as empresas que comprovem estar abrangidas pelos critérios acima mencionados, poderão aceder a este apoio.

O apoio irá consistir num prolongamento do prazo de pagamento das rendas correspondentes aos meses em que vigore o estado de emergência e o respetivo mês seguinte. Essas mensalidades que seriam devidas, serão amortizadas ao longo dos 12 meses seguintes, acrescidas à mensalidade.

Exemplo:

  • Mensalidade Normal = 3.000 euros
  • Duração Estado de Emergência = 2 meses + 1 mês (subsequente)
  • Dívida de mensalidades durante este período = 3 x 3.000 euros = 9.000 euros
  • Nova mensalidade durante os 12 meses subsequentes = 3.000 + 9.000 / 12 = 3.750 euros

Espero ter ajudado e se tiveres alguma dúvida, faz-me chegar.

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Como abrir um negócio próprio sem dinheiro ou com pouco dinheiro? 3 dicas para o fazeres.

Olá e sê bem-vindo ao podcast PowerUp. O podcast de hoje tem por base uma pergunta que algumas pessoas em formações me têm feito ao longo destes anos que trabalho em gestão e consultoria e podes ler abaixo ou ouvir no vídeo acima.

É possível abrir um negócio próprio sem dinheiro ou com pouco dinheiro?

Começo já por dizer-te que sim. Mas se achas que é fácil, digo-te já que não. Nem dá para todos os tipos de negócio nem pessoas. Mas é possível! Vou partilhar 3 dicas contigo e vou mostrar-te como pode ser feito. Comecei a minha empresa com pouco dinheiro e muitos negócios podem começar assim. Mas, como vais perceber, pouco dinheiro é relativo. Vou tentar explicar-te melhor isso ao longo deste podcast.

Então vamos lá!

Como abrir um negócio próprio sem dinheiro ou com pouco dinheiro?

Primeiro, todos nós sabemos que o dinheiro é escasso. Todos queremos mais e acredito que nenhum de nós acha que tem muito dinheiro! Eu acho que não tenho pelo contrário. Quem tem pouco dinheiro diz que tem pouco dinheiro (e é verdade), quem tem algum diz que tem pouco, e quem tem muito ainda diz que tem pouco!! É uma verdade. Como é lógico, todos queremos ganhar dinheiro e ter mais, seja para o que for: comprares o teu carro de sonho, a casa de sonho, viajar mais ou, na perspetiva mais filantrópica, poderes ajudar quem te ajudou ou a sociedade.

Isto é o primeiro ponto a frisar. O pouco dinheiro é relativo para qualquer pessoa tendo em conta que para ti pouco dinheiro pode ser 500 euros enquanto que para o teu amigo pouco dinheiro pode ser 5.000 euros.

Seja qual for o teu conceito de pouco dinheiro, é preciso ganha-lo e se queremos ganhar dinheiro, temos só duas hipóteses: investir dinheiro (em algo que seja para rentabilizar como ações, aquisição de uma empresa, criptomoedas, etc) ou alocar tempo (que basicamente é trocar o teu tempo por dinheiro, sentimentos, troca de serviços, etc).

Todos nós fazemos diariamente este último. Exemplo: optas por sair com os teus amigos em vez de estudar, ajudas alguém conhecido em troca de satisfação pessoal e uma jantarada, trabalhas para alguém em troca de um salário, etc etc etc. O que estás a fazer? Literalmente a investir o teu tempo, o bem mais precioso do mundo para, em troca, seres remunerado seja com um valor monetário, seja um sentimento de satisfação pessoal, ou para fortalecimento de uma relação.

Estares a ouvir-me neste momento é também um investimento. Pode ser um mau investimento diria ?! Mas espero que não. Vou tentar que não seja! Já agora para me estares a ouvir calculo que estejas num dos 3 seguintes grupos:

1) és meu amigo e estás a ouvir-me porque me segues nas redes sociais ou segues o meu blog Diário de um Empreendedor!

2) estás fartinho de trabalhar para os outros e achas que o teu tempo está a ser mal remunerado ou

3) os 2 anteriores!

Acertei ou nem por isso? Depois faz-me chegar o teu feedback ?!

Voltando ao tema principal e em relação à pergunta “Como abrir um negócio próprio sem dinheiro ou com pouco dinheiro” é de facto possível mas, também, é importante perceberes que não é para todos nem tão pouco para qualquer atividade. Vou-te dar então 3 principais dicas que acredito serão fundamentais para o fazeres!

1. Se não tens muito dinheiro ou ainda não sentiste o clique derradeiro, continua a trabalhar em ti para ganhares mais skills, motivação e mais dinheiro.

Vou direto ao assunto: Todos nós temos sonhos mas nem todos os concretizamos.

Eu tenho imensos e sei que os vou alcançar (quase) todos! Mas, 3 anos depois, sei que os tenho que priorizar e ter paciência.

Se achas que ser empreendedor é fácil, esquece. É duríssimo! Isto desgasta-te imenso se deixares. Isto abala-te imenso se deixares. Isto enfurece-te imenso se tu deixares.

Aqui és tu que tens de ter o controlo. Se largares neste momento tudo para te lançar e não estiveres preparado/a, podes piorar a tua situação!

Eu fico maluco com a quantidade de conteúdo a dizer que vais ser rico, vais fazer acontecer, vais ser incrível se fores empreendedor. Podes ser tudo isso mas só uma Ínfima parte da população lá chega. Quem? Os que trabalham para isso 1000%, não desistem e têm a visão para lá chegar.

O sucesso só vem antes do trabalho no dicionário. É preciso dar no duro!

Por isso, se ainda não tens as skills necessárias e o dinheiro necessário, não pares de trabalhar nisso.

Eu tenho a minha empresa há pouco mais de 3 anos e comecei com um dos meus melhores amigos. Nenhum de nós tinha muito dinheiro. Eu queria ter a minha empresa desde o 3º ano da licenciatura.

O que fiz? Trabalhar para os outros para ganhar experiência e dinheiro até chegar a hora.

Pelo meio perdi todo o meu dinheiro dos 2 primeiros anos de salário em investimentos errados. Não desisti na mesma, segui sempre. Até que soube que estava na hora e tinha o dinheiro que precisava para começar.

“Oh Sérgio, mas qual é o momento certo para começar?” ou “Como sei que devo começar?”

Acredita que vais sentir isso e, se planeares bem essa fase, vais saber. Aconteceu comigo e com todos os que conheço. Mas se quiseres posso ajudar-te a perceber isso. Fala comigo pelas redes sociais e eu tento ajudar-te nesse sentido. Estando a trabalhar numa empresa para ganhares dinheiro, não impede que não estejas já a trabalhar no teu negócio! Durante o dia trabalhas para os outros, no final do dia trabalhas para ti.

Cansa? Se deixares… Se quiseres mesmo isso, não te cansa nada, pelo contrário! Dá-te mais força ainda para continuares. Trabalha em ti ininterruptamente: aprende tudo o que possas e que vais precisar como Gestão, Marketing, Psicologia, Comercial, Vendas, Negociação, Tecnologia, Finanças, etc. Aprende tudo sem exceção. Essa é a principal característica dos melhores e é meio caminho andado para teres sucesso. Tens é que saber esperar pela tua hora. Ela vai chegar.

2. Cria um Plano para a tua ideia, negócio e ti próprio.

Muita gente falha nesta fase do planeamento. Ter uma empresa, negócio ou mesmo na tua vida pessoal, é fundamental planeares para ter sucesso.

Tenho um vídeo no meu canal do Youtube onde falo de 7 livros para mudar a tua vida. Todos esses 7 livros são incríveis e, obivamente, existem muitos mais. Lê o livro do Simon Sinek o Start with a Why para perceber o quão fundamental será conheceres o Golden Circle do “What”, “How” e “Why” neste processo. Não vou ser spoiler. Vou deixar que leias para perceberes se tinha razão ou não. Acredita que te vai ajudar.

Em relação a isto o que é importante perceberes é que tens que planear. Como o Peter Drucker diz, falhar o planeamento é planear falhar. O que podes fazer aqui? Pesquisa o que os outros fazem, segue a concorrência, procura conhecer o mercado, ver que skills são mais importantes, como vais vender o teu produto/serviço, como o vais comunicar, quanto isso te vai custar, quantas recursos humanos vais ter de ter, etc.

Há uma ferramenta muito porreira para começares que é o Business Model Canvas! Antes de fazer um plano de negócios faz um Modelo de Negócios usando o modelo do Business Model Canvas. Rapidamente vais ter uma ideia geral do teu négocio futuro, vais conseguir pensar melhor e em mais coisas e ficarás com uma melhor estrutura mental (e no papel). Vale a pena.

Depois disso, claro, trabalha num plano de negócios.

A maior parte das pessoas pensa que o Plano de Negócios é só para financiamento. Pode ser para isso mas, sobretudo, serve para te conseguires orientar e teres um caminho a seguir!

Vê o plano de negócios como algo dinâmico que seja o teu guião.

Vais ter a tua missão, visão, objetivos, estudar a concorrência, ver a envolvente interna (pontos fortes e fracos) e a envolvente externa, ver os teus custos e receitas, quanto terás de investir, etc.

Planeamento a mais não existe. Planeamento NUNCA é demais. Vais estar melhor preparado.

No entanto é necessário obviamente agir. E muitas pessoas ficam-se pelo planeamento e não tomam ações.

A este nível e ainda neste ponto, não podes parar de aprender acredita. Tens de ter mesmo sede de conhecimento, seja na tua área, seja em áreas complementares.

Eu ainda não sou ninguém mas sei onde vou chegar. E a característica/skill que mais admiro em mim, e não está no meu ADN ou seja foi trabalhada e tu também a podes trabalhar, é esta vontade de aprender mais e mais e ser cada dia melhor. Esse é o segredo de todos os principais nomes ligados ao empreendedorismo.

No longo prazo se não parares e não desistires, vais chegar lá.

Pensa no Coronel Sanders, o fundador do KFC que tornou-se empresário depois de se reformar com mais de 65 anos.

Tem paciência, planeia e a tua hora vai chegar!

E por fim, mas não menos importante, a última dica de muitas que te podia dar.

3. O plano não vai nunca dar certo. Testa, corrige.

Como assim???! Então para que vou planear???!

Calma. O Plano nunca vai dar certo porque existem sempre falhas. Se não tivesses planeado uma base, não tinhas nenhum termo indicativo logo nunca saberias se tinhas errado muito, pouco ou simplesmente errado… Deves planear. Mas também deves perceber que o que pensas não vai acontecer a 100%.

Vou dar-te o meu exemplo. Eu e um dos meus melhores amigos começamos juntos a Macro Consulting com uma ideia. O mercado foi-nos batendo e ensinando. Tínhamos 2 pessoas adicionais a trabalhar connosco e deixamos de ter estrutura para todos. Tínhamos serviços que achamos que as micro empresas iam absorver como Business Intelligence adaptado (numa outra conversa explico-te bem isto) e não havia procura. Achamos que íamos fechar mais clientes e atingir mais pessoas e não conseguimos. Criamos várias formas de dinamização que no primeiro ano não funcionaram, etc etc etc.

Tínhamos planeado que isto poderia acontecer? Não obviamente. Mas tínhamos planeado um cenário pessimista? Sim (mas mais optimista do que o real! Então o que fomos fazendo? Adaptando-nos à realidade e dificuldades, implementando alterações. Hoje, alterações que fomos fazendo e implementando começaram a surtir efeito! As coisas vão-se alterando. Importa é não parar, não desistir, e pensar de forma inteligente.

Por exemplo, neste momento o tecido empresarial português está a passar por enormes dificuldades e, teoricamente, será para continuar.

Vejo isto como um problema para mim e para a Macro Consulting ou os meus outros projetos? De todo.

Será uma oportunidade única. Como nos estamos a adaptar?

1º Na Macro Consulting estamos a dar apoio gratuito a empresas e empresários para que estes consigam obter financiamento nesta altura. Paraa além de responsabilidade social da nossa parte, vamos criar impacto e, acoplado a isso, estamos a ter visibilidade.

2º estamos a apostar ainda mais no digital, nomeadamente com este tipo de conteúdos em podcast, vídeo e formações online que estamos a preparar. Quase ninguém sabe mas desde o primeiro ano que queríamos fazer isto, nomeadamente formação online e nunca o fizemos por falta de tempo. É aproveitar as fases! Quanta custa tudo isto? Algum tempo, pouco dinheiro e muito trabalho, esforço e “jogo de cintura”. Temos que nos adaptar e tens de ter cabeça fria nestas alturas e em todos em que a realidade for diferente do que tinhas no teu plano. Depois de teres essas informações, adapta-te. Corrige o plano. Adapta-o à realidade. E segue a partir daí. Testa, faz, corrige. Testa, faz, corrige. É o caminho.

Basicamente estas são as 3 principais dicas que tenho para te dar. Aproveita tudo o que existe neste momento disponível. Vivemos numa era da informação. Somos uns privilegiados. Os nossos pais e avós no passado se quisessem informação pagavam-na muito cara. Hoje temos tudo à distância de um clique. Ferramentas de marketing gratuitas, Youtube para devorar conteúdo, e-books e audiobooks, partilha de informação a qualquer momento, etc. Só não conseguimos se não nos esforçarmos.

Se tens a vontade dentro de ti de fazer acontecer, segue estas 3 dicas e vais ver que vais conseguir.

Vai dizendo coisas, faz-me chegar a tua opinião e questões que queiras fazer para eu conseguir ajudar. Relembro-te que se assim o entenderes, estarei disponível para seu teu mentor e dar dicas. Não sou melhor que ninguém nem sou nenhum guru nem intitulado por alguém nem auto-intitulado. Tenho alguma experiência e uma visão que, acredito, te trarão algum conhecimento por muito pequeno que seja.

Abraço para ti, obrigado por me ouvires/leres e até ao próximo episódio do Power Up.

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